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  • Mestrado e Doutorado

  • Presencial
  • Conceito 4 atribuído pela CAPES

Mestrado em
Psicologia Forense

  • Mestrado e Doutorado

  • Presencial

Mestrado em
Psicologia Forense

Aulas: Online nas segundas e terças feiras e aulas modulares presenciais

Presencial

30x R$ 2.357,60 Mestrado

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Os valores poderão ser reajustados anualmente.

Descontos e financiamento consulte o regulamento.

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O Programa tem conceito 4 (quatro) atribuído pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
  • O que é Psicologia Forense

    Psicologia é a ciência que estuda o comportamento humano. A Psicologia Forense é a área de conhecimento da Psicologia que estuda os fenômenos que estão ligados às áreas do Direito, seja cível ou penal.

  • Porque fazer Mestrado em Psicologia Forense

    Os alunos irão aprender a desenvolver projetos de pesquisa em diversos campos da atuação da Psicologia Forense, irão aprender habilidades de docência no ensino superior e desenvolverão repertório de atuação profissional com competência e criatividade.

  • O que você vai aprender no Mestrado em Psicologia Forense da Universidade Tuiuti?

    As disciplinas oferecidas pelo Programa são agrupadas em três modalidades: módulo metodológico, módulo de conhecimento específico e módulo de disciplinas optativas. Além delas os alunos farão disciplinas para a formação de docentes.  O aluno terá que desenvolver sua dissertação, passando por um exame de qualificação e posterior defesa da mesma, com a elaboração de um artigo científico.

    A infraestrutura da Universidade Tuiuti é excelente, com laboratórios e salas multimídias extremamente equipados, além de convênios com órgãos parceiros que facilitam a atuação dos alunos. Existem ainda, programas de internacionalização que possibilitam intercâmbios com universidades do exterior. A universidade oferece opções de financiamento do curso.

    Não perca tempo e venha cursar o seu Mestrado ou Doutorado em Psicologia Forense na Universidade Tuiuti! Faça sua inscrição e participe do processo seletivo!

  • O PPG-PSI

    O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia Forense– PPG-PSI, modalidade Mestrado, foi aprovado em 30/09/2010. O PPG está estruturado em uma área de concentração, Psicologia Forense, com três linhas de pesquisa. A CAPES autorizou o funcionamento do Mestrado em Psicologia da UTP por reconhecer o potencial inovador das pesquisas desenvolvidas nessa área de conhecimento. As linhas de pesquisas orientam os projetos e as disciplinas ofertadas pelo PPG. O corpo docente é composto por pesquisadores em Psicologia com formação em Psicologia Forense e direcionam estudos para atingir os objetivos de área.

  • Objetivos

    Os objetivos gerais do PPG são:

    • Promover a qualificação de docentes do Ensino Superior no campo da Psicologia e áreas afins de forma inovadora, com habilidades e competências;
    • Formar pesquisadores capazes de realizar investigações científicas de forma autônoma, qualificada, ética e com excelência;
    • Produzir conhecimentos qualificados e difundi-los por meio de publicações científicas em periódicos nacionais e internacionais de excelência, bem como através da participação em eventos científicos nacionais e internacionais;
    • Promover o aprimoramento de habilidades profissionais para a atuação no mercado de trabalho, que contribuam para o desenvolvimento econômico e social por meio de atividades que busquem reduzir as assimetrias em nossa sociedade.

    Os objetivos específicos da área de concentração em Psicologia Forense são:

    • Produzir conhecimento jurídico e psicológico sobre os comportamentos humanos relacionados à legislação brasileira e internacional;
    • Descrever, explicar, predizer e intervir sobre o comportamento humano que tem lugar no contexto forense;
    • Criar ou adaptar instrumentos forenses que facilitem diagnósticos, encaminhamentos e intervenções para a população forense;
    • Desenvolver protocolos de avaliação e intervenção em clínica forense;
    • Proporcionar condições para o desenvolvimento de habilidades profissionais, direta ou indiretamente, ligadas ao sistema legal;
    • Contribuir para o aprimoramento das leis por meio de pesquisas que esclareçam os efeitos positivos e negativos da legislação.
  • Público-Alvo

    O público alvo do PPG são psicólogos, advogados, assistentes sociais, pedagogos, e demais profissionais de áreas afins.

  • Áreas de Concentração

    O Mestrado em Psicologia da Universidade Tuiuti do Paraná- UTP tem uma área de concentração: Psicologia Forense. Esta área está organizada em três linhas de pesquisa: Histórico e Fundamentos da Psicologia Forense, Avaliação e Clínica Forense e Violência e Sociedade.

  • Inserção Social

    Uma das fortes características do Mestrado em Psicologia da Universidade Tuiuti do Paraná é sua integração com a sociedade. Os docentes são considerados referência por gestores de diversos órgãos públicos e de classe para capacitação de profissionais, prestação de serviços e desenvolvimento de diversas ações junto a instituições e comunidades. Os projetos e ações desenvolvidos têm sido conduzidos a partir do conhecimento gerado no programa.

    O PPG em Psicologia desenvolve vários tipos de ação que visam: a) ampliar as relações acadêmicas e científicas com instituições públicas e privadas (ONGs, prefeituras, Secretarias de Estados, escolas municipais e/ou estaduais, Policia Militar e Civil, DEPEN, varas de família, entre outros); b) favorecer a formação de recursos humanos por meio de cursos, palestras e programas de intervenção; c) oferecer consultoria e/ou assessoria em conselhos e/ou comitês; d) divulgar as pesquisas do PPG em eventos científicos nacionais e internacionais; e) oferecer atendimentos especializados por meio de projetos e do Núcleo de Pesquisa e Intervenção em Psicologia Forense (NUFOR-UTP).

  • Linhas de Pesquisa

    O Mestrado em Psicologia Forense da Universidade Tuiuti tem uma área de concentração: Psicologia Forense. O PPG-PSI está organizado em três linhas de Pesquisa:


    1. Avaliação Forense:

    • Avaliação forense é um tipo de avaliação psicológica que ocorre no contexto jurídico. A linha busca desenvolver pesquisas na área de avaliação forense que envolvem a construção, adaptação e validação de instrumentos relacionados à área forense. As pesquisas da área indicam que instrumentos de avaliação forense podem servir para medir comportamentos em pré e pós-teste, facilitando as avaliações de programas de prevenção e de intervenção. Os estudos visam desenvolver avaliações que possibilitem caracterizar ou construir o perfil criminal ou a tipologia de diferentes indivíduos com comportamento criminoso, considerando as características de personalidade, comportamentais e demográficas (parricidas, agressores domésticos, psicopatas, agressores sexuais, etc). Buscam também avaliar características comportamentais e psicológicas de parcelas especiais da população forense em diferentes contextos, tais como, crianças e adolescentes abrigados, agentes penitenciários, genitores alienados e alienadores, crianças e adolescentes vítimas de maus tratos, mães de vítimas de abuso sexual, idosos vítimas de violência, vítimas de abuso sexual, de assédio moral, de furtos e roubos, entre outros. O campo da avaliação forense tem se destacado como profícuo espaço de pesquisa, uma vez que a aplicabilidade dos seus resultados fornece subsídios para a tomada de decisão tanto no campo do encaminhamento (internamento ou desinternamento) como da intervenção.

    2. Intervenção e Clínica Forense:

    • As intervenções no campo forense, sejam no âmbito da clínica ou da prevenção, destinam-se à clientela forense. Os estudos nesta linha buscam desenvolver protocolos de atendimentos ou programas de intervenção para indivíduos, sejam vítimas, agressores ou familiares, encaminhados pela justiça (varas da família, infância e juventude, criminal), além de policiais, agentes penitenciários, e população em situação de risco e vulnerabilidade social. As pesquisas propõem o desenvolvimento de diferentes modelos de intervenção e clínica, sejam eles voltados a análise da eficácia do programa, por meio de pré e pós-teste, ou à análise do processo de intervenção. As pesquisas de avaliação de viabilidade de programas de prevenção e intervenção, junto a grupos vulneráveis e de risco, buscam apresentar meios de enfrentamento aos problemas sociais de comportamento antissocial e criminoso em diferentes níveis de prevenção (primário, secundário e terciário). Os projetos estão relacionados ao desenvolvimento e verificação de eficácia de protocolos e técnicas de prevenção e intervenção com diversas camadas da clientela forense (crianças e adolescentes em acolhimento institucional, mães e pais sociais, educadores sociais, adolescentes em conflito com a lei, policiais, vítimas de agressão entre parceiros íntimos, autores de violência entre parceiros íntimos, vítimas de abuso sexual e agressores, entre outros). Por fim, as pesquisas desta linha poderão gerar impacto acadêmico-pedagógico na formação de profissionais, por meio da criação de manuais e programas de capacitação adequadamente fundamentados.

    3. Violência e Sociedade:

    • Esta linha de pesquisa busca investigar a violência estrutural considerando as desigualdades nas relações de poder e os processos de inclusão/exclusão social de pessoas ou grupos. As pesquisas englobam a violência vivenciada por crianças/adolescentes, parceiros íntimos, idosos, imigrantes e/ou refugiados, LGBTQIA+, negros, pessoas em situação de rua e população carcerária, e na discriminação referente a raça, etnia, gênero e padrão corporal. Os estudos permitem a análise dos temas: racismo estrutural, LGBTfobia, gordofobia, etarismo, violência perpetrada por agentes de Estado, e outras violências que ocorrem no ambiente familiar, escolar, de trabalho e/ou comunitário. Os estudos são direcionados para a investigação de narrativas de histórias de vida, representações sociais, redes de apoio social e programas de prevenção à violência. Também envolvem a análise de instituições e serviços especializados nos quais os profissionais atuam na operacionalização das políticas públicas e nos programas de prevenção/intervenção em diferentes contextos. Tais estudos promovem a análise da complexidade da violência estrutural articulada com as legislações/políticas públicas, o que ocorre por meio de diálogos críticos, buscando apresentar alternativas sociopolíticas para a prevenção de qualquer forma de violência. No contexto da Psicologia Forense, busca-se fomentar as noções de participação social, cidadania e direitos humanos para promover a justiça social com o objetivo de estimular reflexões e aprimoramentos nas políticas públicas.
  • Grupos de Pesquisas

    Núcleo de Estudos da Violência Doméstica (NUEVD)

    A violência doméstica é discutida nas mídias, na comunidade, e nos ambientes acadêmicos, o que possibilita o desenvolvimento de reflexões, pesquisas e construção de legislações. O NUEVD objetiva desenvolver estudos referentes à violência doméstica e suas repercussões na sociedade. Nesse sentido, busca-se investigar as diferentes formas de violência que ocorrem no ambiente doméstico/familiar, por exemplo, violência contra a criança (negligência, abuso físico e sexual), violência contra a mulher, violência entre parceiros íntimos, violência contra o idoso, e relacionada a qualquer pessoa no ambiente doméstico. A construção e elaboração de estudos teóricos, documentais e empíricos representa a base para o funcionamento do NUEVD por meio de parcerias nacionais e internacionais. De maneira específica, objetiva apresentar um conjunto de conhecimentos sobre o fenômeno da violência doméstica fundamentados na área da Psicologia Forense. Assim, direciona-se o olhar para a produção de pesquisas nacionais/internacionais e legislações/políticas públicas propondo possibilidades de intervenções em diferentes contextos para fomentar as contribuições sociais e científicas. A publicação dos estudos do NUEVD permite (1) auxiliar a formação de pesquisadores comprometidos nas discussões referentes a esta temática; e (2) aprimorar a prática de profissionais que atuam nesse contexto para que a tomada de decisões ocorra por meio de evidências científicas.

    Coordenador: Adriano Valério dos Santos Azevêdo

    Núcleo de Pesquisa e Intervenção em Psicologia Forense –NuFor – UTP

    O Núcleo de Pesquisa e Intervenção em Psicologia Forense tem por finalidade realizar pesquisas, intervenções, capacitações e fornecer condições para que alunos do Mestrado em Psicologia da Universidade Tuiuti do Paraná possam realizar seu aperfeiçoamento, bem como, auxiliar o judiciário nas questões relacionadas ao comportamento de indivíduos eu tenham algum tipo de envolvimento com a Lei, por meio de perícias, pareceres técnicos e intervenção. O NuFor, por meio de exames psicológicos analisará indivíduos ou instituições que cometeram ou sofreram algum tipo de maus tratos e que tem algum envolvimento com o judiciário. São atividades do NuFor: 1) Avaliar e fornecer relatório consubstanciado de acordo com Manual de Elaboração de Relatórios (Resolução CFP nº. 007/2003) aos solicitantes; 2) Realizar perícia, laudo ou parecer técnicos de indivíduos que: a) Cometeram atos infracionais; b) Sofreram algum tipo de agressão; c) Possuem transtornos psicológicos. 3) Realizar intervenções com vítimas ou agressores dos diversos tipos de abusos, sejam físicos, psicológicos, sexuais ou provenientes de negligência; 4) Realizar pesquisas em Psicologia Forense; 5) Divulgar o conhecimento adquirido por meio de livros, artigos, cursos, palestras e apresentações em Congressos Científico; 6) Realizar intercâmbio entre pesquisadores nacionais e internacionais; 7) Favorecer o aprendizado em clínica forense dos alunos regularmente inscritos no programa de pós-graduação em Psicologia; 8) Favorecer o aprendizado de alunos de graduação em Psicologia Forense; 9) Estabelecer convênios com os diversos órgãos jurídicos (Varas da Infância, de Família, Fóruns, Abrigos, etc) que atendem a clientela; 10) Estabelecer convênios com os diversos órgãos municipais, estaduais ou federais que atendem a clientela. O NuFor é coordenado atualmente pelo professor Dr. Carlos Aznar Blefari. Foi aprovado em Reunião do Colegiado do Mestrado em Psicologia do dia 08/06/2011 (ata nº. 03/2011)

  • Projetos de Pesquisa
  • Estrutura Curricular

    Estrutura Curricular do Mestrado em Psicologia Forense

    • O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia Forense da Universidade Tuiuti do Paraná possui uma área de concentração: Psicologia Forense. O PPG está organizado em três linhas de pesquisa: (1) Histórico e Fundamentos da Psicologia Forense, (2) Avaliação e Clínica Forense e (3) Violência e Sociedade. A estrutura curricular do Programa busca o equilíbrio entre disciplinas que atendam as linhas de pesquisa.
    • O Curso funciona em regime semestral, com matrículas por disciplinas, tendo em vista a matriz curricular planejada e o plano de estudo do discente. As aulas são presenciais, às segundas e terças-feiras, nos períodos da manhã, tarde e noite. As atividades acadêmicas dos mestrandos são desenvolvidas por meio de disciplinas/atividades em pesquisa, ensino e extensão, de forma integrada com a graduação.
    • As disciplinas oferecidas pelo Programa são agrupadas em três modalidades: módulo metodológico, módulo de conhecimento específico e módulo de disciplinas optativas. As disciplinas do módulo metodológico são obrigatórias para todos os alunos e fornecem a fundamentação básica para que o aluno desenvolva o projeto de mestrado e realize a pesquisa, visando a elaboração e defesa da dissertação.
    • As disciplinas do módulo de conhecimento específico fornecem o alicerce à formação teórica dos discentes, atendendo à orientação das linhas de pesquisa.
    • As disciplinas do módulo de disciplinas optativas, também vinculadas às linhas de pesquisa, oferecem ao discente a oportunidade de aprimoramento do conhecimento em temas vinculados ao seu projeto de pesquisa. Essas disciplinas visam subsidiar os projetos de pesquisa em desenvolvimento e podem ser modificadas de um ano para o outro, evidenciando o dinamismo característico da produção do conhecimento.
    • A organização curricular do PPGPSI contempla um total de 71 créditos, distribuídos em três módulos: módulo metodológico (22c), módulo de conhecimento específico (9c) e módulo de disciplinas optativas (6c), além de 34 créditos pela defesa da Dissertação.
    • O módulo metodológico é composto pelas seguintes disciplinas: Didática e Métodos de Aprendizagem no Ensino Superior (3c), Metodologia de Pesquisa em Psicologia (3c), Análise quantitativa de dados (3c), Análise qualitativa de dados (3c), Estágio em Docência (3c), Orientação de Dissertação I (2c), Orientação de Dissertação II (2c), Elaboração de artigo científico (3c).
    • O módulo de conhecimento específico é composto por nove créditos em disciplinas específicas obrigatórias: Psicologia Forense: Histórico e áreas de atuação (3c); Fundamentos do Direito (3c) e Psicologia do Desenvolvimento (3c).
    • O módulo de disciplinas optativas, é composto por, ao menos, duas disciplinas escolhidas entre as elencadas a seguir: Abuso Sexual: Intervenção e prevenção (3c), Psicologia do Crime (3c), Vitimologia (3c), Intervenção em Psicologia Forense (3c), NeuroLaw (3c), Seminários avançados (2c).
    • Ao concluir 37 créditos em disciplinas o mestrando, com anuência do orientador, deverá submeter-se ao exame de qualificação, que ocorrerá cerca de 18 meses após o início do curso. A banca é composta por três docentes, sendo um, necessariamente, externo ao Programa. Após a aprovação no exame de qualificação, o mestrando deverá realizar as devidas reformulações e complementações propostas pelos integrantes da banca.
    • A defesa deve ocorrer entre três e seis meses após a realização do exame de qualificação. A dissertação (34 créditos) será apresentada à mesma banca do exame de qualificação, se possível, ou outra composta de forma similar. A banca decidirá pela aprovação ou reprovação do aluno, aceitando somente modificações de ortografia ou pequenas omissões de informações. Serão aceitas prorrogações de no máximo seis meses, em casos de excepcionalidade, avaliados pelo Colegiado do Programa.
    • O mestrando deverá apresentar documento de submissão de um artigo à revista com Qualis em Psicologia do estrato A ou B1 para a obtenção do título. O aluno, também, apresentará a comprovação de apresentação de um trabalho em congresso, além de ter assistido, ao menos, duas defesas de dissertação.

    Disciplinas do módulo metodológico (8 disciplinas e 22 créditos):

    • Didática e Métodos de Aprendizagem no Ensino Superior (3c);
    • Metodologia de Pesquisa em Psicologia (45h/3c);
    • Estágio de docência (45h/3c);
    • Elaboração de artigo científico (45h/3c)
    • Orientação de Dissertação I (30h/2c)
    • Orientação de Dissertação II (30hs/2c)
    • Análise de Dados Quantitativos (45hs/3c)
    • Análise de Dados Qualitativos (45hs/3c)

    Disciplinas do módulo de conhecimento específico (3 disciplinas e 9 créditos):

    • Psicologia Forense: Histórico e áreas de atuação (45h/3c);
    • Fundamentos do Direito (45h/3c)
    • Psicologia do Desenvolvimento (45h/3c)

    Disciplinas do módulo de disciplinas optativas (2 entre as elencadas abaixo e 6 créditos):

    • Abuso Sexual: Intervenção e prevenção (45hs/3c)
    • Psicologia do Crime (45hs/3c),
    • Vitimologia (45hs/3c);
    • Intervenção em Psicologia Forense (45hs/3c)
    • NeuroLaw (45hs/3c)
    • Seminários avançados (45hs/3c)
    • Última atualização em 24/08/2020.
  • Corpo Docente

    CORPO DOCENTE:

  • Infraestrutura

    A Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) possui quatro campi na cidade de Curitiba, sendo que o Mestrado em Psicologia é sediado no Campus Prof. Sydnei Lima Santos, que tem 94.381m2. O Campus tem quatro prédios com salas de aula, auditório para 800 pessoas, laboratórios de informática e específicos de cursos, salas dos professores, setores administrativos, biblioteca, clínicas escolas, laboratórios, livraria e papelarias, cantinas, áreas de convivência e o prédio da Pró Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão (PROPPE), com 1.226m2. No prédio da PROPPE situam-se os serviços administrativos dos programas Lato e Stricto Sensu, Coordenações dos Mestrados e Doutorados, sala de reuniões e sala dos docentes.

    As aulas do Mestrado em Psicologia ocorrem no subsolo do Bloco C, que tem 7 salas de aula e um mini auditório, todos com computadores, internet e equipamentos multimídia. As instalações para o desempenho das atividades docentes do mestrado contemplam, salas individuais de professores no prédio da PROPPE, equipada com computadores e impressora, com acesso a intranet, internet e acesso à rede de bibliotecas.

    Laboratórios

    As linhas de pesquisa do Mestrado, tanto em Psicologia Forense como em Social e Saúde, têm utilizado basicamente o campo como espaço de coleta de dados.

    As pesquisas em Psicologia Forense têm se desenvolvido nas Varas de família e de infratores, penitenciárias, escolas, delegacias, departamentos de Policia Civil e Militar e outros locais onde o participante de pesquisa está presente. Em 2014, criou-se o Núcleo de Estudos de Psicologia Forense (NUFOR) que reúne alunos de graduação e do mestrado para organizarem cursos de extensão, palestras, grupos de estudo e realizar atendimentos à população que é encaminhada pela justiça. Na área de Psicologia Social e Saúde os espaços de pesquisa privilegiados têm sido as Unidades Básicas de Saúde, CREAS, CRAS, escolas, ONGs, bem como comunidades atendidas por esses diferentes equipamentos sociais.

    Recursos de Informática

    Para uma melhor adaptação à pós-graduação, aUTP reformou o prédio da PROPPE. Atualmente os discentes e docentes têm acesso a salas individuais e coletivas com computadores além de acesso à rede wifi. O Campus Sydnei Lima Santos possui 18 laboratórios de informáticas. Há apoio constante da equipe da Universidade na solução de eventuais problemas de acesso. O sistema de apoio de informática da UTP permite que sejam feitas arguições via Skype em casos de convidados externos, tanto para bancas de qualificação como para defesas.

    A disciplina “Análise de Dados A” utiliza dois softwares: O IBM Statistical Package for Social Science (IBM SPSS, v. 21.0) e o sistema Interface de R pour les Analyses Multidimensionnelles de Textes et de Questionnaires (IRAMUTEQ). O IBM SPSS é um software para tratamento estatístico de dados em ciências sociais desenvolvido por três estudantes da Universidade de Stanford em 1975. Em 2009, a IBM adquiriu os direitos sobre o software e desde então atualizações são comercializadas pela empresa. Com o IBM SPSS é possível desenvolver bancos de dados com inúmeras variáveis e realizar análises descritivas, preditivas e testes de hipóteses. O Software IRAMUTEQ é um programa gratuito para análise de dados, desenvolvido por Pierre Ratinaud. O programa possibilita a realização de análises estatísticas de dados textuais, integrando análises qualitativas e quantitativas, possibilitando a quantificação de dados originalmente qualitativos. Diferentes análises podem ser realizadas com o auxílio do IRAMUTEQ, desde análise lexicográfica simples, por meio do cálculo de frequência de palavras, até análises multivariadas, como a Classificação Hierárquica Descendente. O programa está descrito: em Camargo, B. V., & Justo, A. M. (2013). IRAMUTEQ: Um Software Gratuito para Análise de Dados Textuais. Temas em Psicologia, 21(2), 513-518.

    Sistema de Bibliotecas

    A UTP conta com um Sistema de Bibliotecas moderno e informatizado. Esse Sistema é formado por uma biblioteca central e três bibliotecas setoriais, nos demais campi da instituição, na cidade de Curitiba. Além da área destinada ao acervo, há amplas áreas de estudo com capacidade para 637 usuários, cabines individuais e para grupos, 16 pontos de acesso à internet, 47 pontos de acesso ao acervo e uma área destinada às obras raras.

    O acervo geral é de 79.601 títulos e 202.736 exemplares, sendo 4.417 títulos e 10.507 exemplares na área de Psicologia. O sistema de bibliotecas da UTP utiliza, por recomendação do MEC, o Software Gerenciador de Bases de Dados Pergamum no padrão MARC 21.

    Os serviços prestados pelas bibliotecas incluem: consulta local; empréstimo domiciliar; empréstimo entre bibliotecas da UTP; Pesquisas em Bases de Dados On-Line e Disseminação Seletiva de Informação (DSI); e Serviço Cooperativo de Acesso a Documentos (SCAD), que possibilita a localização de material bibliográfico não existente no próprio acervo. O Sistema também possui convênios com outras bibliotecas de Institutos de Pesquisa do Estado do Paraná, bibliotecas universitárias e centros de documentação da região de Curitiba. As dissertações e teses estão em contínuo processo de digitalização, facilitando o acesso e difusão do conhecimento produzido na instituição.

    O Programa faz uso das seguintes bases de dados online:

    • BVS – Biblioteca Virtual em Saúde – Inclui: MEDLINE; SCIELO; LILACS; IBECS; Biblioteca Cochrane;
    • ICAP – Indexação Compartilhada de Artigos de Periódicos (das Instituições que fazem parte da Rede Pergamum);
    • Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), mais especificamente, às bases de dados Science Direct -Inclui: Physical Sciences and Engineering; Life Sciences; Health Sciences; Social Sciences and Humanities;
    • Portal Domínio Público;
    • IBICT – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, referência em projetos voltados ao movimento do acesso livre ao conhecimento;
    • Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER) e incubadora de revistas (INSEER);
    • Sistemas de Arquivos Digitais (D-SPACE e DiCi);
    • Portal Brasileiro de Repositórios e Periódicos de Acesso Livre (OASIS.Br);
    • Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações, que utiliza as mais modernas tecnologias do Open Archives e integra os sistemas de informação de teses e dissertações nas instituições de ensino e pesquisa brasileiras.Para otimizar o acesso às bases mencionadas, bem como ao acervo físico, a comunidade acadêmica conta com orientação especializada para realização de pesquisa e localização de materiais, por meio de um serviço de treinamento bibliográfico com apoio a Normalização de Trabalhos Acadêmicos.Além das facilidades oferecidas para o acesso remoto, os usuários com necessidades especiais contam com estrutura de fácil acesso com porta adaptada, rampa de acesso, balcão rebaixado e suficiente espaço de circulação entre as estantes.EBSCO – Bases de Dados de Pesquisa.
  • Publicações Livros

    Prof.ª Dra. Paula Inez Cunha Gomide
                 


    Prof.ª Dra. Ana Claudia Nunes de Souza Wanderbroocke
     


    Prof. Dr. Adriano Valério dos Santos Azevêdo
          


    Prof.ª Dra. Denise de Camargo
          


    Prof.ª Dra. Giovana Veloso Munhoz da Rocha
        


    Prof.ª Dra. Gislei Mocelin Polli
       


    Prof.ª Dra. Maria Cristina Antunes 
        


    Prof. Dr. Rodrigo Faucz Pereira e Silva 
      


    Prof. Dr. Pedro Afonso Cortez 

  • Publicações

    Prof. Dr. Adriano Valério dos Santos Azevêdo

    Prof.ª Dra. Ana Claudia Nunes de Souza Wanderbroocke

    Prof.ª Dra. Denise de Camargo

    Prof.ª Dra. Giovana Veloso Munhoz da Rocha

    Prof.ª Dra. Gislei Mocelin Polli

    Prof.ª Dra. Maria Cristina Antunes

    Prof.ª Dra. Paula Inez Cunha Gomide

    Prof. Dr. Pedro Afonso Cortez

    Prof. Dr. Rodrigo Faucz Pereira e Silva

    Prof. Dr. Sidnei Rinaldo Priolo Filho

  • Revista
    • Interamerican Journal of Forensic Psychology é o periódico do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia Forense (PPGFOR), da Universidade Tuiuti do Paraná. Foi criado no ano de 2023 para atender a uma demanda de publicações na referida área temática.É um periódico especializada voltado à publicação de trabalhos originais, sejam teóricos, empíricos e revisão de literatura relacionados a todas as subáreas da Psicologia Forense e campos correlatos. Também são aceitos relatos de experiências voltados ao público profissional que operacionalizam formas de atuação bem-sucedidas para implementação de práticas na área, e, de forma complementar comunicações curtas e artigos de opinião. Recomenda-se que todas as contribuições estejam devidamente fundamentadas e orientadas conforme as instruções disponibilizadas.No escopo do periódico, a Psicologia Forense é compreendida como a conjunção dos campos da Psicologia que apresenta envolvimento com o Direito de forma expandida, seja civil, criminal ou societal, não se limitando aos espaços das instituições jurídicas, uma vez que a promoção ou privação de direitos perpassa de forma transversal diversos contextos. Em uma perspectiva interamericana, abrange o campo de Psicologia Jurídica (usual em países latino-americanos, embora sejam encontradas referências com a denominação de Psicologia Forense na América Latina) e Forensic Psychology (usual em países norte-americanos). Em síntese, a base de estudos e práticas da Psicologia Forense é voltada para o fenômeno multidimensional da violência em diferentes contextos sociais que envolvem pessoas e instituições.A proposta do periódico do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia Forense (PPGFOR), da Universidade Tuiuti do Paraná busca integrar em uma dimensão transcultural as contribuições dos campos supracitados: a Psicologia Forense no Brasil e internacionalmente. A título ilustrativo, as subáreas com suas respectivas temáticas que promovem a integração interamericana da Psicologia Forense incluem:- Histórico, Atualidade e Metodologia Científica e Profissional da Psicologia Forense- Processos Cognitivos e Neuropsicológicos em Psicologia Forense- Processos Psicossociais e Axiológicos em Psicologia Forense- Avaliação Psicológica, Instrumentação e Mensuração em Psicologia Forense- Prática Clínica, Protocolos de Intervenção e Efetividade Psicoterápica em Psicologia Forense- Formulação, Desenvolvimento e Avaliação de Políticas Públicas em Psicologia Forense- Estudos Comparativos, Legislações e Temáticas Interdisciplinares em Psicologia Forense
  • Egressos

    Em consonância com os objetivos do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Forense da UTP, espera-se que o egresso tenha capacidade para atuar como professor e/ou pesquisador em instituições de ensino superior, em centros de pesquisa, em Organizações da Sociedade Civil (OSCs), em Unidades de Saúde, em empresas, na administração pública e na comunidade em geral. Deverá estar apto a orientar estudantes de Iniciação Científica e supervisionar estágios profissionais em vários cursos, como Psicologia, Direito, Enfermagem, Serviço Social, entre outros. O egresso também estará capacitado a redigir e coordenar projetos de pesquisa, bem como, desenvolver estudos de maneira independente, comunicando os resultados em relatórios para as agências de fomento e em publicações técnico-científicas para a comunidade.

    O PPG contribui para a formação do aluno para que, ao findar o Programa, seja um pesquisador, professor e profissional, com as seguintes competências nas áreas de pesquisa, ensino e extensão:

    • – Fazer uso dos conhecimentos apreendidos durante sua formação a fim de enfrentar os desafios da docência, da pesquisa e da extensão na formação de novos profissionais/pesquisadores de forma qualificada, ética e com excelência;
    • – Exercer a docência, de forma inovadora, crítica, comprometida e competente;
    • – Realizar atividade profissional, incluindo o desenvolvimento de pesquisas científicas de alto nível com métodos adequados e inovadores, em avaliação, clínica, assessoria aos órgãos vinculados (Fóruns, instituições de acolhimento, OSCs, secretarias de estado, Unidades Básicas de Saúde, hospitais, entre outros), proporcionando desenvolvimento tecnológico e científico;
    • – Elaborar, orientar e avaliar projetos e intervenções em diferentes contextos com base em evidências científicas;
    • – Contribuir para o aprimoramento das leis por meio de pesquisas científicas que esclareçam os possíveis efeitos positivos e negativos da legislação;
    • – Resolver e refletir de forma crítica e autônoma sobre problemas éticos e sociais existentes nos diferentes contextos sociais, comprometidos com as políticas públicas e os Direitos Humanos;
    • – Criar instrumentos que facilitem diagnósticos, encaminhamentos e procedimentos de intervenção para a população atendida.
  • Processo Seletivo

    Inscrição, Seleção e Matrícula

    Poderão se candidatar ao PPG portadores de diploma de nível superior em Psicologia, Serviço Social, Medicina, Pedagogia, Direito, Terapia Ocupacional, Enfermagem e outras áreas afins.

    No ato da inscrição o candidato deverá apresentar os seguintes documentos:

    I. Diploma de graduação ou certificado de conclusão de curso devidamente autenticado;

    II. Histórico Escolar;

    III. Curriculum Vitae Documentado;

    IV. Carta de Intenção;

    V. Requerimento de Inscrição;

    VI. Pagamento de Taxa de Inscrição;


    O exame de seleção será anual e ocorrerá em duas fases:

    I. Fase Eliminatória:

    a) Exame de Proficiência em Língua Inglesa ou Espanhola;

    b) Prova Escrita.

    II. Fases Classificatórias:

    a) Análise do Curriculum Vitae;

    b) Entrevista.

    Os candidatos deverão obter nota mínima 7,0 (sete) em cada uma das provas na fase eliminatória para prosseguirem para as demais fases.

    A prova escrita será elaborada pelos docentes em PPG, seguindo relação bibliográfica divulgada no site do Mestrado de Psicologia Forense da UTP.

    Tanto a prova de proficiência em língua inglesa ou espanhola, como a prova escrita serão corrigidas pelos docentes do programa.

    Os candidatos que forem aprovados na Fase Eliminatória irão para a Fase Classificatória. Nesta fase os Curriculum Vitae serão avaliados e aqueles candidatos selecionados participarão da entrevista.

    Serão ofertadas 20 vagas anualmente.

    Os alunos serão distribuídos entre os orientadores, respeitando-se as linhas de pesquisa e interesse do orientador no projeto do aluno.

    O aluno regular do Programa realizará matricula, a cada período letivo, na época e prazos estipulados pela coordenação.

    A solicitação para cursar uma disciplina como aluno ouvinte deverá ser feita ao coordenador do Programa, que dará parecer após ouvir o professor da disciplina.

    O orientador deverá estar de acordo com as disciplinas que serão cursadas pelo aluno.

    As aulas são semanais ministradas nas segundas e terças-feiras nos períodos manhã, tarde e noite.

     

    Consulte o Edital do Processo Seletivo

  • Editais
  • Convênios

    Convênios

    Os convênios firmados possibilitam campo para efetivação de várias ações ofertadas pelo Programa. Ao longo do quadriênio intensificou-se a busca por parcerias, gerando importantes resultados para os envolvidos. Atualmente, o Programa tem cinco convênios estabelecidos com: o Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAM/PR), o Programa Enxugue Essa Lágrima (PEEL), o Núcleo de Política Criminal e Execução Penal (NUPEP), o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) e o Departamento Penitenciário do Paraná (DEPEN).

    NUFOR

    A) PPCAAM. Em 2003 o Governo Federal criou um instrumento para o enfrentamento do aumento de homicídios de crianças e adolescentes, denominado Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM). No Paraná o PPCAAM/PR foi instituído pelo Governo do Estado pelo Decreto 6489/2010 e é executado pela Associação para a Vida e Solidariedade (AVIS). A população tem acesso ao programa quando alternativas convencionais de proteção foram esgotadas. É preciso que o ameaçado seja voluntário e concorde com as seguintes ações: transferência de residência e acomodação em localidade segura; inserção em programas sociais visando a garantia de direitos de pessoa em desenvolvimento e a proteção integral conforme preconiza o ECA; apoio e assistência social, jurídica, psicológica, pedagógica e financeira; apoio, quando necessário, para cumprimento de obrigações civis e administrativas que exijam seu comparecimento. Por meio do convênio com o PPGPSI, estabelecido em 2019, os participantes recebem apoio psicológico ofertado pelo NUFOR-UTP. O convênio encaminhou uma adolescente matricida, ameaçada de morte por familiares, que recebeu psicoterapia por um período de um ano, realizada por uma mestranda.

    B) PEEL. Em 2016, idealizado pelo Juiz Dr. José Guilherme Xavier Milanezi, surgiu o Programa Enxugue Essa Lágrima (PEEL), que visa atender crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. Frente à ausência de atendimento de vítimas de abuso sexual, que tradicionalmente, para além de uma possível punição aos agressores, não recebem cuidados adequados, o Programa estabeleceu convênios para oferecer atendimento especializado à clientela com o objetivo de dirimir possíveis sequelas do abuso sexual, da própria criança ou adolescente e de sua família. Em 2018 a UTP estabeleceu convênio com o TJ-PR para ofertar esse atendimento, uma vez que há no programa a linha de pesquisa Avaliação e Clínica Forense, com projetos de pesquisas nessa área. Ainda em 2018, alunos de graduação e pós-graduação supervisionados por docentes do PPGPSI atenderam crianças e adolescentes encaminhados pelo PEEL.

    C) NUPEP. O convênio com o Núcleo de Política Criminal e Execução Penal (NUPEP) tem por objetivo formalizar a cooperação com a Defensoria do Estado do Paraná, visando prestar assistência psicológica e psicossocial gratuita a assistidos por esse órgão do Judiciário. A ênfase se dá na área criminal, abrangendo as vítimas de crime. O convênio foi firmado em 21 de março de 2019 e estabeleceu um termo de cooperação técnica, no qual a Defensoria Pública do Estado do Paraná e a UTP firmam mútua cooperação na prestação de assistência integral e na formação prática dos acadêmicos do curso de Psicologia e de alunos do Mestrado em Psicologia Forense.

    D) Tribunal de Justiça do Paraná. Com o objetivo de possibilitar acesso à justiça, à orientação jurídica e a construção de uma cultura da paz social por meio da mediação de conflitos, em 2012 o TJ-PR firmou convênio com a UTP. Inicialmente as atividades eram realizadas por acadêmicos e docentes do curso de Direito no Núcleo de Práticas Jurídicas, no Campus Mossunguê da UTP. Em 2013 estabeleceu-se, por meio de termo aditivo, que as atividades se estenderiam para o Fórum Descentralizado de Santa Felicidade, em Curitiba. Atualmente são atendidas pelo convênio duas Varas, a Vara da Infância e Adolescência de Piraquara e a 2ª Vara Descentralizada de Santa Felicidade / Vara de Família e Sucessões de Curitiba – Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) do 2º grau.

    E) DEPEN. O convênio entre a UTP e o Observatório de Execução Penal e Direitos Humanos do DEPEN foi firmado em maio de 2019. Os objetivos do acordo são: desenvolver atividades de pesquisa, ensino e observação das instituições do sistema penal; trabalhar para a cultura dos direitos humanos, para a liberdade das pessoas e para os princípios e valores do Estado Democrático de Direito e colaborar com a criação e compilação de dados, informações e indicadores sobre o Sistema Penal do Estado do Paraná como um todo (nas searas social, comportamental e política). Sendo este um campo fértil para a realização de pesquisas forenses, e dada a burocracia para adentrar o sistema penal, o convênio abriu perspectivas animadoras para os pesquisadores do programa.

  • Internacionalização

    Internacionalização

    A Universidade Tuiuti do Paraná concebe a internacionalização como um pressuposto fundamental da qualidade da educação superior, um empreendimento amplo de interação acadêmica e cultural por meio do ensino, da pesquisa e da prestação de serviços que envolve a cooperação com universidades, empresas e governos. Assim, a internacionalização é tratada como política institucional.

    Diante das perspectivas abertas pela internacionalização universitária, na UTP este processo busca articular-se ao ensino, à pesquisa e às necessidades sociais, por meio da cooperação bilateral/multilateral para a realização de cursos, atividades de investigação, extensão, seminários, publicações conjuntas. A Universidade está empenhada em definir instrumentos de cooperação que garantam a qualidade dessas ações, integradas aos diferentes modelos internacionais de educação superior. Contudo, busca se precaver diante da pura e simples padronização das práticas acadêmicas globais, zelando pela manutenção de determinadas características e necessidades culturais locais.

    Diante das perspectivas abertas pela internacionalização universitária, na UTP esse processo busca articular-se ao ensino, à pesquisa e às necessidades sociais por meio da cooperação bilateral/multilateral para a realização de cursos, atividades de investigação, extensão, seminários, publicações conjuntas. A Universidade está empenhada em definir instrumentos de cooperação que garantam a qualidade dessas ações, integradas aos diferentes modelos internacionais de educação superior. Contudo, busca se precaver diante da pura e simples padronização das práticas acadêmicas globais, zelando pela manutenção de determinadas características e necessidades culturais locais.

    Tendo em vista esses objetivos foi criada a Coordenadoria de Relações Institucionais e Internacionais (CORII), vinculada à Reitoria, para promover a cooperação institucional no âmbito nacional e internacional. São funções da CORII: elaborar, propor e coordenar a execução das políticas de intercambio científico, tecnológico, cultural, artístico e esportivo entre a UTP e outras instituições nacionais e internacionais; apoiar docentes, pesquisadores e discentes de instituições internacionais em atividade na UTP, bem como os membros da UTP em atividades no exterior.

    Em 2018 foi criada uma comissão vinculada à CORII composta por professores dos quatro PPGs da UTP (Educação, Distúrbios de Comunicação, Comunicação Visual e Psicologia) com o objetivo de realizar ações conjuntas de cooperação. Os representantes dos PPGs elegeram o tema “envelhecimento humano”, presente em linhas de pesquisa dos quatro Programas, para elaboração de projetos nacionais e internacionais. Dentre as metas científicas alcançadas pelo grupo no quadriênio, constam: a) ciclo de palestras interdisciplinares sobre a temática, realizado em 2019 em seis encontros; b) aulas: foi ministrada, via Skype, uma disciplina comum para os quatro programas, com carga horária de quatro horas, por uma docente convidada da Universidade Nova de Portugal; c) mesa redonda envolvendo os PPGs durante o Seminário de Pesquisa da UTP e formalização de parcerias existentes entre os Programas com outras instituições internacionais; e d) busca de novas parcerias internacionais.

    Embora o principal enfoque do PPGPSI seja o atendimento de necessidades nacionais, algumas ações foram desenvolvidas com vistas à inserção internacional do Programa. Tais ações foram efetivadas por meio de: convênios; bancas com membros internacionais; participação dos professores em atividades e eventos internacionais; desenvolvimento de pesquisas conjuntas com pesquisadores internacionais; palestras de professores estrangeiros em disciplinas do Programa; participação de docentes como avaliadores de revistas internacionais; participação de docentes como membros de associações científicas internacionais; e realização de estágio pós-doutoral em instituição estrangeira.

    1) Convênios

    O Programa firmou convênio com a Florida International University, nos Estados Unidos, para fins de cooperação entre os pesquisadores das duas instituições. As atividades do convênio no Brasil são desenvolvidas pelo Prof. Dr. Sidnei Rinaldo Priolo Filho e nos Estados Unidos pela Profa. Dra. Deborah Goldfarb, com participação em pesquisas, publicações e colaborações em aberto. Esse convênio tem como objetivo a realização de pesquisas e a cooperação entre os alunos dos dois professores para melhor compreensão dos fenômenos forenses frente a diferentes realidades sociais e contextos jurídicos. Adicionalmente, o convênio também iniciará atividades e disciplinas em conjunto na modalidade COIL (Collaborative Online International Learning) como estratégia de maior integração entre as instituições. Até o presente momento, esse convênio tem como produtos de internacionalização o projeto de dissertação da aluna Adriana Mozuck, sobre aspectos legais da tomada de decisão de recursos, e três publicações conjuntas publicadas em periódicos internacionais: 1) O artigo “ Brazilian child protection professionals’ resilient behavior during the COVID-19 pandemic”, de autoria de S. R. Priolo Filho, D. Goldfarb, M. R. Zibetti e C. Aznar-Blefari, publicado em 2020 no Child abuse & neglect; 2) O artigo “International comparison of family court professionals’ perceptions of parental alienation and child sexual abuse allegations”, de autoria de D. Goldfarb, S. Priolo Filho, J. Sampana, D. Shestowsky, S. Wolpe, L. C. Williams e G. S. Goodman, publicado em 2019 no International Journal on Child Maltreatment: Research, Policy and Practice; 3) O artigo “Judgments regarding parental alienation when parental hostility or child sexual abuse is alleged”, de autoria de S. R. Priolo Filho, D. Goldfarb, D. Shestowsky, J. Sampana,, L. C. Williams e G. S. Goodman, publicado em 2018 no Journal of Child Custody.

    2) Composição de bancas internacionais

    Com o objetivo de estreitar parcerias com universidades estrangeiras, aumentando a visibilidade das produções do Programa internacionalmente, professores de instituições internacionais têm sido convidados a compor as bancas de defesa de Mestrado dos alunos do Programa. Em 2019 o Prof. Dr. Rui Abrunhosa Carvalho Gonçalves (Mestre em Psicologia do Comportamento Desviante pela Universidade do Porto e Doutor em Psicologia da Justiça pela Universidade do Minho (UM) onde é Professor Associado com Agregação e coordena investigações em meio prisional sobre vários temas, nomeadamente, a adaptação à prisão, o tratamento penitenciário, a psicopatia, a criminalidade sexual e a violência conjugal, dentre outros) participou da banca de defesa de Mestrado da dissertação intitulada “Elaboração e evidências de validade do Inventário de Histórico Infracional Familiar (IHIF)”, da aluna Marina Dallaqua, orientada pela Profa. Dra. Paula Gomide. Em 2020 o Prof. Dr. Themis Apostolidis (professor de Psicologia Social na Universidade Aix-Marseille, França, desde 1998; possui 70 publicações internacionais em periódicos indexados e tem índice H = 19) e a Profa. Dra. Raquel Bertoldo Raquel Bertoldo (professora de Psicologia Social na Universidade Aix-Marseille, França, desde 2015; possui 26 publicações nacionais e internacionais em periódicos indexados e tem índice H = 13) compuseram a banca de defesa de Mestrado intitulada “Representações sociais da alimentação entre mulheres com e sem transtornos alimentares” da aluna Ligia Ziegler Samuel, orientada pela Profa. Dra. Gislei Mocelin Polli. Em 2020 a Profa. Dra. Deborah Goldfarb (professora de Psicologia Jurídica na Florida International University, com grau de Juris Doctor na University of Michigan Law School e Ph.D. em Psicologia do Desenvolvimento na University of California, Davis, com trabalhos que envolvem a intersecção entre Direito e Psicologia do Desenvolvimento, incluindo crenças sobre o sistema legal, memória de vítimas e testemunhas oculares) participou da banca de qualificação e da defesa do Mestrado da aluna Adriana Mozuck, de título “O uso de um paradigma experimental para a avaliação de comportamentos morais”, orientada pelo Prof. Dr. Sidnei Priolo Filho. 3.3.1.3 Participações dos professores em atividades e eventos internacionais Dois docentes do programa ministraram aulas e cursos em instituições de ensino estrangeiras: 1) Em 2018 o Prof. Dr. Murilo Zibetti proferiu aula magna na Universidad Politecnica y Artistica do Paraguai, em Ciudad del Este, sobre aspectos neuropsicológicos ligados à violência contra crianças; 2) O professor Sidnei Rinaldo Priolo Filho ministrou aulas na University of California – Davis, Estados Unidos, em maio de 2018, sobre as relações entre a Psicologia e o Direito no contexto brasileiro e participou com apresentação de trabalhos em duas conferências internacionais em 2018 (XXII International Congress on Child Abuse and Neglect – Praga, República Tcheca, e 30th APS Annual Convention, San Francisco, Estados Unidos).

    3) Desenvolvimento de pesquisas conjuntas com pesquisadores internacionais

    Atualmente dois docentes participam de grupos de pesquisas internacionais: 1) O Prof. Dr. Sidnei Rinaldo Priolo Filho participa de dois grupos de pesquisa internacionais. O primeiro, em parceria com a Profa. Dra. Deborah Goldfarb, da Florida International University, desenvolve uma pesquisa transcultural com o objetivo de avaliar diferenças culturais e legais na interpretação de eventos sociais nos dois países. Sua orientanda Adriana Mozuck desenvolveu o projeto “O uso de um paradigma experimental para a avaliação de comportamentos morais” inserido no tema geral. O segundo, em parceria com a Profa. Dra. Carin Perilloux, da Southwestern University, tem por objetivo avaliar diferenças culturais entre brasileiros e norte-americanos quanto ao interesse e percepção sexual. A aluna Estela Ricci, orientanda do docente Sidnei Rinaldo Priolo Filho, participou do projeto intitulado “Percepção do interesse sexual: revisão e diferenças de gênero com uma amostra brasileira”, que gerou em um artigo submetido e outro em fase final de ajustes para submissão. 2) A Professora Gislei Mocelin Polli iniciou uma pesquisa transcultural desenvolvida em colaboração com o Prof. Dr. Themis Apostolidis, da Universidade Aix-Marseille. Atualmente a pesquisa está em andamento e tem como objetivo identificar relações entre representações sociais da obesidade e práticas de controle de peso adotadas por brasileiros e franceses.

    4) Palestras de professores estrangeiros em disciplinas do PPGPSI

    Foram realizadas aulas durante os meses de abril, maio e junho (2020) com professoras internacionais por meio da plataforma Zoom. A Profa. Dra. Christine Wekerle (McMaster University, Canadá) apresentou duas aulas sobre estratégias inovadoras de pesquisa na área de violência contra a criança e sobre a experiência canadense com o uso de aplicativos de celular para a prevenção da violência e promoção de resiliência. A pesquisadora Dra. Hanie Edalati (McGill University, Canadá) apresentou um relato de pesquisa sobre aspectos sobre o desenvolvimento emocional de crianças vítimas de violência.

    5) Participação de docentes como avaliadores de revistas internacionais

    Os docentes do Programa têm atuado como pareceristas e avaliadores de diversos periódicos internacionais. A Profa. Dra. Maria Cristina Antunes é membro da Comissão Científica da Trends in Psychology; o Prof. Dr. Sidnei Priolo Filho é membro da Comissão Editorial da Child Abuse & Neglect e revisor dos periódicos Journal of Interpersonal Violence, Psychiatry Investigation e BMC Public Health. A Profa. Dra. Paula Gomide é revisora da Revista de Psicología Universidad de Chile e da Acta Comportamentalia. A Profa. Dra. Gislei Polli é revisora da Ciências Psicológicas (Uruguay) e da Avances en Psicología Latinoamericana (Argentina). Por fim, a Profa. Dra. Ariela Raissa Lima Costa é revisora da revista Personality and Individual Differences.

    6) Docentes membros de associações científicas internacionais

    Os professores Maria Cristina Antunes e Sidnei Priolo Filho são membros da International Society for the Prevention of Child Abuse and Neglect. O professor Sidnei é membro honorário dessa instituição e faz parte do grupo de pesquisa sobre os impactos do COVID-19 na violência contra a criança.

    7) Estágio pós-doutoral em instituição estrangeira

    A Profa. Dra. Gislei Mocelin Polli realizou estágio pós-doutoral na Universidade Aix-Marseille na França, de dezembro de 2019 a julho de 2020, sob orientação do Prof. Dr. Themis Apostolidis, desenvolvendo pesquisa sobre representações sociais e práticas de saúde. Durante a realização do estágio,a professora Gislei teve oportunidade de assistir aulas e seminários ministrados na Universidade Aix-Marseille. Trabalhou com análise de dados em parceria com o professor Themis, tendo produzido o artigo “Representations of food among vegetarians in Brazil: A psychosocial approach”, submetido ao periódico International Journal of Gastronomy and Food Science, que atualmente está em processo de avaliação. Além disso, deu início à pesquisa transcultural intitulada “Representações sociais da obesidade e práticas de controle de peso”, em andamento.

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